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Legenda

Brasil - Independência ou morte! - 06/09/2017

"Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará" (João 6:27).

Tudo o que o mundo oferece é passageiro. A fama tem curta duração. O dinheiro pode acabar de um dia para o outro. Os aplausos, de repente, cessam. Os prêmios acabarão em uma prateleira empoeirada ou no fundo de um baú qualquer. Mas o amor do Senhor não acaba; a paz que Ele nos oferece nos acompanhará para sempre; o nosso nome será chamado pelo Senhor e estará registrado pelos séculos dos séculos. Tudo que conseguirmos aqui na terra será deixado para trás, menos a companhia amorosa e amiga de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

 

Setembro Amarelo:

Qual a razão de nossa existência? Você já se percebeu respirando? Você já admirou a imensidão azul do céu?   Você já notou as rugas em seu rosto?   O que você tem feito com sua vida?   Já chorou hoje? Bem, através da escrita podemos desabafar, acordar, repensar, e acima de tudo enaltecer o poder transformador que a palavra tem em nossas vidas. Eu lhe digo: o lugar nesta cidade, ou em qualquer outra, onde estão guardados os sonhos mais bonitos é o cemitério. Lá estão guardados os sonhos daqueles que já partiram. Acordaram num belo dia, sem saber que seria o último de suas vidas, nesta vida. Talvez tenham tomado um café, indo pro trabalho, mas dele não voltaram. 

Somos humanos, mas às vezes agimos como se fôssemos Super.  Você ainda consegue chorar ao ouvir o som de uma bela canção? Você já percebeu o quão importante é esta mulher que Deus colocou ao teu lado? Você a escolheu através de uma mágica chamada sentimento.  Sabe, quando assisto a TV e as pessoas falam de crise, índice da bolsa de valores, INPC, dólar, etc; percebo o quanto somos condicionados pelo que vemos, gostaria é que pudéssemos nos perceber como gente, e sentir mais.  Nossa sociedade é pobre de caráter porque nós somos pobres. E a pobreza revela-se na avareza, ganância, mentira, roubo, vingança. Não nos damos a mão. Mandamos a esmola para o mendigo através da empregada, do portão pra fora. Somos desiguais: apartamento de 3 quartos com suíte X casa de meia água na favela. Mas por que tem que ser assim? O fato é que estamos anestesiados com os deleites desta “nossa” vida e não mais ouvimos a dor do outro.  Afinal, a dor é do outro, não é minha. Não vivemos a verdadeira fé cristã, nós fingimos ser fiéis, mas não somos. Somos hipócritas e miseráveis. Afinal, dividir o pão não é só dar esmolas, é dar abrigo, salário digno, educação, lazer e acima de tudo dar o que não se acha mais com tanta facilidade: dividir o pão é ser honesto. Mas isso ainda acontece porque na verdade não somos um país de corruptos, somos de fato é uma nação de corruptores, pois quem se vende sempre recebe mais do que vale. Somos uma sociedade que cultua as grifes, você é a marca de carro que dirige, o perfume que usa, a bolsa que carrega, o sapato que calça. Você não é mais você. Você é uma marca fantasia, num mundo projetado pelo departamento de marketing das empresas. O dinheiro na verdade traz conforto, e isso não é algo ruim em si. Mas a felicidade está no valor subjetivo que se dá àquilo que se tem.  Dessa forma, devemos tentar ser felizes com aquilo que somos, para depois sermos felizes com aquilo que temos. Mas nem tudo está perdido, a escrita tem o poder de exteriorizar o inconsciente e interagir com o mundo, na busca de pessoas que ainda pensam e não apenas subsistem numa sociedade que não pára para perguntar o porquê. Resumo minha fala em uma frase: não perca a capacidade de indignar!

 Olaria da alma:

“Haveria menos necessidade de rivotril no mundo, se as pessoas se amassem e se perdoassem mais."